Estou em casa, nada pra fazer, a mente a mil, já baleado pela vódika, penso em sair, pra que ficar em casa se eu posso andar por aí, ver a rua, viver.
Vou pra chuveiro, tomo um banho rápido na empolgação de ir pra noite. Visto uma camiseta qualquer, velha, surrada, calça jeans e um tênis qualquer, que já não está tão branco como deveria. Pego as chaves e vou, entro no carro, coloco uma música forte, ozzy de preferência, saio, saio rápido.
Dirijo sem cuidado, dirijo pra morrer, dirijo pela morte, já não e importa muita coisa...
Vou pelo instinto, esse que me guia, e para em frente a um bar, um bar de bacana, entro, não causo nenhum alvoroço, gente metida, mulheres lindas, homens bem vestidos, e eu com minha camiseta surrada e meu tênis velho. Sento no balcão, sozinho em uma mesa seria deprimente demais pra mim, até pra mim.
Peço whisk, sem gelo que eu não sou homem de beber com gelo.
a moça me traz, que moça, pergunto seu nome, ela me da um sorriso e sai. Olho em volta e percebo que arrecado olhares muito pouco tímidos, retribuo cada um, até os olhares daquelas que não me chamam atenção.
Uma mulher com apar~encia de 40 anos, ruiva, não muito magra, curvas fartas e seios medianos, com um vestido verde escuro, e batom vermelho, me pede fogo. Acendo seu cigarro sem tirar os olhos dos seus olhos, ela sustenta o olhar.
A convido pra sentar, ela senta, cruza as pernas, belas perna eu a digo. Ela sorri, ainda não falara nada, eu pergunto o que ela gostaria de beber, ela responde que nada, eu isnsito e ele pede mertini, a moça que se recusou a me dizer o nome traz o martini pra minha musa de verde. Seu vestido na altura do joelho, com uma fenda lateral até a coxa revela na sua cruzada depernas coxas fenomenais, sem academia, coxas de verdade, feitas e esculpidas por deus, sem forçar algo que não é natural, coxa de mulher.
Não pude desviar o olhar de sua coxa, ela percebe isso e provoca se movendo no bando do bar.
Olho pro seu rosto, a marca do batom ficou na tassa, ela sorri pra mim como que me convida, não falamos palavra alguma, a peguei ppela mão e a conduzi até meu carro, entramos, ela senta ao meu lado e permite que eu veja mais um pouco suas coxas, dessa vez as duas e propositalmente deixa sua perna tão perto demim que ao trocar de marcha inevitávelmente toco em suas belas pernas, quentes e lisas...
Sinto nas calças que meu pau endureceu, ela percebe isso e bota sua mão sobre meu caralho enquanto dirijo , aperta e me machuca, ela sorri e abaixa um pouco seu decote pra que eu possa ver seus seios, é notório meu desconcerto, ela solta uma gargalhada, brincando comigo. Mulheres mais velhas me tiram o fôlego.
Chego em casa, mal fecho a porta agarr-a pelas coxas,, encosto-a na parede, ela firma sua perna ao redor de mim, e me beija, me suga, me deixa louco., arrranca minha camiseta, passa as mão com unhas vermelhas em meu peito, pergunta de minhas tatuagens, eu nem respondo, não tenho vóz, ela abaixa, sua cabeça na altura do meu umbigo, tira rápida e praticamente meu cinto, abaixa minhas calças com uma vontade ferrenha, tira minha cueca e cuidadosamente pega meu pau, mas não com as mãos, com a boca, pegaprimeiro direto com a boca, e sem frescura alguma chupa, engole todinho meu pau, até os bagos, e vai e vem, anquela boca linda, eu pensando e vendo aqueles lábios vermelhos de batom me engolindo, me querendo, ela me olhando, coloca amão nas minhas bolas e as acaricia, com a sabedoria que só a p´ratica garante faz moviments com a língua na cabeça do meu pau e engole de novo, agora com força.
Sinto que minhas pernas treme, e vejo que meus braços enrigecem, e gozo, gozo na sua boca, ela não pára, ela engole minha porra.
Eu ainda tonto, ainda no tremor do gozo a pego no colo, ela encaixa suas pernas em redor da minha cintura e esfrega seus eios ainda cobertos pelo vestido na minha cara,e diz que é toda minha, que eu posso fazer o que quiser.
A eu quero muito esses seios, quero que ela goze, quero dar pra ela o que ela acabou de me dar, quero ver ela se acabar, quero que ela me queira, me deseje, e me chupe mais e mais...
Ela se põe de pé percebendo meu desconcerto, lentamente e sem tirar os olhos dos meus ela tira o vestido, revelando uma langerrie sexy de quem saiu de casa louca pra dar, e no que depender de mim vai dar muito...
Eu vejo aquilo e peço pra que ela tire meis, ela tira, sua barriga, não é de academia, ela tem curvas, mas não tem vergonha delas, ela sabe o poder que tem, é gostosa e sabe disso, peço mais ela arranca o vestido revelando uma bunda gostosa, meu pau voltou a ficar duro na hora, ela riu. Agarrei, arranquei seu sutian, a coloquei no sofá e me deleitei naqueles seiso, comecei chupando os manilos, lambendo e chupanod, lambendo e chupando, lambendo e chupando, depois seus seos todos, enquanto chupava um acariciava outro, ela gemia e seus gemidos me deixavam mais exitados, ela gemia e pedia mais, eu queria mais, eu mamei nos seus seios, atéela pedir me come.
E eu não comi.
Coloquei meu dedo na sua bucetinha, toda molhadinha, passiei por toda ela, passei meus dedos nos lábios e cheguei no grelinho, que já tava bem durinho, apertei suavemente, ela deu um gritinho, acariciei seu grelinho delicioso, até ela dizer que ia gozar, ela gozou nos meus dedos, se contorceu toda e gozou, senti suas contrações nos meus dedos.
Desci com a boca e comecei a chupar aquele grelinnho que logo foi endureendo novamnete, chupei tanto, maela dizia, mama no meu grelo, mama no meu grelo, não pára de chupar, não pára de chupar e eu não parava ela gozou de novo e na minha boca, não me fiz de rogado engoli seu mel, ela disse, agora me come, eeu nem pensei duas vezes metimeu pau naquela buceta quente e meti com força, com vontade, ela se contorcia de prazer, meus músculos tremiam, minhas pernas bambeavam e eu estocava mais e mais, até que juntos gozamos, senti no meu pau ela morder, ela´dise goza em mim, e eu disse sim piranha, vagabunda vou gozar dentro de ti, sente meu leite, ela pediu mais...E eu, bem é lógico que eu dei mais...