domingo, 30 de outubro de 2011

Dois

Em um planteta, um dos que fomos juntos HG disse que essa era uma música que ele gostaria de ter escrito, esta é uma música que eu tambem gostaria de ter escrito, caso eu escrevesse músicas.
 Não quero que me recuses de verdade.
Não quero ter mais esse tipo de conversa, agente é o que agente é, e não, estás certa mais uma vez não precisamos de rótulos.
E não tenta ser o que tu não és, pois sim, tu és minha fortaleza e me desculpa por ser os quilos a mais na tua cruz, sei que sou.
E sei que não queres o que 'eu tão insistentemente te ofereço', mas assim como não queres que eu te peça a recusa não quero que me peças pra deixar de oferecer.
E o desejo existe eu não quero negar, mas a verdade é que eu acabei por assustar a mulher desejada, acho que a espantei com minha ansiedade,e mais uma vez estraguei tudo, e mais uma vez recorri ao teu colo, donde nunca mais quero sair.
Tu és meu braço forte.
E eu sou tua cruz, sinto muito eu ter o peso que tenho.
Não vou tentar concertar nada, só irei piorar, a mulher desejada deve ser somente a mulher desejada, não pode ser a mulher assustada e é isso que ela está agora!
Obrigada fortaleza por ser o que és e desculpa por eu ser o que eu sou.
fato é que não há como voltar, não há como retroceder, se não queres me carregar como cruz, como hei de me locomover?


Quando você disse nunca mais
Não ligue mais, melhor assim
Não era bem
O que eu queria ouvir
E me disse decidida
Saia da minha vida
Que aquilo era loucura
Era absurdo...
E mais uma vez você ligou
Dias depois, me procurou
Com a voz suave
Quase que formal
E disse que não era bem assim
Não necessariamente o fim
De uma coisa tão bonita
E casual...
De repente as coisas
Mudam de lugar
E quem perdeu pode ganhar
Teu silêncio preso
Na minha garganta
E o medo da verdade
Iêi!...
Eu sei que eu
Eu queria estar contigo
Mas sei que não
Sei que não é permitido
Talvez se nós
Se nós tivéssemos fugido
E ouvido a voz
Desse desconhecido
O Amor! O Amor! O Amor! O Amor!...
Essa voz que chega devagar
Prá perturbar, prá enlouquecer
Dizendo pr'eu pular
De olhos fechados
Oh! Oh!...
Essa voz que chega a debochar
Do meu pavor
Mas ao pular
Eu me vejo ganhar asas e voar
Oh!...
De repente as coisas
Mudam de lugar
E quem perdeu pode ganhar
Minha amiga, minha namorada
Quando é que eu posso
Te encontrar
Iêê! Iêê! Iêê!...
Eu sei que eu
Ah! eu queria estar contigo
Mas sei que não
Sei que não é permitido
Talvez se nós
Se nós tivéssemos fugido
E ouvido a voz
Desse desconhecido...
Eu sei que eu
Ah! eu queria estar contigo
Mas sei que não
Não, não, não, não
Não é permitido...

Um comentário:

  1. Somos o que somos,e somente nós temos tal privilégio!
    Ela não te merece.
    merece cousa melhor.
    Mas e o que ela quer, não conta?
    E elas sempre te querem, não há por que temer, eu sei ela é diferente, mas quem resiste?

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